Uberlândia fortalece a Cena Independente Mineira
10/10/2007 12:27:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
A cena cultural de Uberlândia foi sacudida pela passagem do Conexão Telemig Celular. Quem participou das oficinas e viu os shows que aconteceram na praça Sérgio Pacheco sabe do que estamos falando. E um dos destaques do evento foi a oficina ministrada por Pablo Capilé, Lenissa Lenza e Marielle Ramires, integrantes do Instituto Cultural Espaço Cubo, uma organização cultural coletiva criada em 2002 com a intenção de fomentar um mercado autoral, alternativo e auto-sustentável em Cuiabá.
Atualmente, articulados com frentes de trabalho de outros estados brasileiros, encabeçam o Festival Calango, o sistema de crédito Cubo Card, o coletivo de bandas Volume - Voluntários da Música, o Circuito Fora do Eixo, o Festival Integrado Grito Rock e muitos outros projetos.
Foi com essa bagagem que desembarcaram em Uberlândia e após quatro dias de muita discussão, passam a existir aqui na cidade os esboços de uma importante rede de colaboradores e parceiros entre os vários segmentos da cena musical uberlandense.
Foram criados o Coletivo GOMA de Bandas Independentes, com o apoio da AMC-Associação de Músicos do Cerrado, um Coletivo de Produção Musical Independente, o Centro de Mídia Independente que se difundirá através de todas as tecnologias de internet além de zines e programas de rádio e TV, e um Circuito de Distribuição visando uma inserção nacional.
O GOMA Cultura em Movimento apóia integralmente essa iniciativa e vai contribuir para esse cenário abrindo as portas da casa noturna para as bandas do Coletivo, sediando o Centro de Mídia Independente, promovendo oficinas de profissionalização e apresentando os produtos do coletivo no GOMA LOJA.
Muita coisa rolando
10/04/2007 12:56:00 PM - Goma - Cultura em Movimento

- A Exposição 365t x 300dpi : 99cm de Ana Reis tá acontecendo na Galeria de Arte Ido Finotti - centro administrativo municipal (av. anselmo alves dos santos, 600). Até sexta-feira, dia 5, às 17hs.
- Semana de Poesia promovida pelo Sesc Uberlândia, que traz uma exposição com trabalhos visuais do Danislau Também e do Rodrigo Basi. Também até sexta-feira, dia 5 de outubro.
- Primeiro Sarau por Nossa Conta, a ser realizado na Oficina Cultural de Uberlândia na próxima sexta-feira, dia 5 de outubro, a partir das 19 horas. Shows com 1Bando e o Fim da Quadrilha e Negro D´Stilo. Performances de Rafael Oliveira, Robisson Sete e Danislau também. Mostra de videos. Apresentação teatral, com a peça "Transtornos Marginais".
UFA!!
Conexão Telemig Celular
10/04/2007 12:27:00 PM - Goma - Cultura em Movimento

O Conexão Telemig Celular é uma ação coletiva entre artistas mineiros e nacionais, com o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
Na programação, debates, oficinas gratuitas e shows com artistas locais e nacionais.
Para quem ainda está perdido, tá aqui a agenda de oficinas gratuitas:
http://www.conexaotelemigcelular.com.br/artista/tab_oficinas.php?cidade=10
E aqui a agenda de shows:
http://www.conexaotelemigcelular.com.br/artista/shows.php?cidade=10
Imperdível!
GOMA na Calourada
9/27/2007 08:38:00 PM - Goma - Cultura em Movimento

Feirinha e depois muita música boa, à partir das 18 horas.
Goma aposta nos Coletivos Artísticos
9/26/2007 08:32:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
NÚCLEOS DE PRODUÇÃO SEM HIERARQUIA FUNDEM ATIVISMO E DIVERSÃO"Talvez por representar uma alternativa dentro do modelo atual da industria do entretenimento?", responde perguntando H.D. Mabuse, fundador do grupo Re:Combo, sobre o motivo de o formato coletivo estar cada vez mais difundido. Sejam grupos de DJs, artistas plásticos ou guerrilheiros de mídia, os coletivos se espalham por diferentes áreas da cultura brasileira, mudando a forma de fazer e consumir arte, política e diversão.
O rótulo "coletivo" não tem definição mais específica do que um grupo de colaboradores que se unem para realizar algo em conjunto. E é justamente essa dificuldade de classificá-los que os torna uma opção tão viável para quem quiser se expressar artisticamente: junte os amigos e descubra algo que todos estejam a fim de fazer. "O principal é o fato de você estar trabalhando com mais pessoas", conta Rica Amabis, do coletivo Instituto, que reúne diferentes pontas da nova safra da música brasileira graças à flexibilidade do formato.
"As pessoas estão de saco cheio do formato corporativo e começaram a perceber que arte não é um negócio como outro qualquer", completa Daniel Poeira, do grupo mineiro de animação Poeira Filmes. "Ganha-se velocidade na produção e desenvolve-se a especialidade de cada um", complementa Érico Assis, do Projeto Casulo, de Pelotas (RS).
"É a arte como pretexto para encontrar pessoas", sintetiza o paulistano Fábio Tremonte, mediador, catalisador e o único a conhecer todos os integrantes do grupo Los Valderramas.
Indagada sobre a principal influência para trabalhar em coletivos, a artista plástica e agitadora cultural Graziela Kunsch, idealizadora do "coletivo de coletivos" Rejeitados é direta: "Os individualistas". Ricardo Rosas, do grupo paulista Rizoma, concorda: "O individualismo saturou. Há uma necessidade básica de se agrupar, que os meios eletrônicos tendem a facilitar. Sai a rubrica egocêntrica do "gênio criador" e entra a voz coletiva do anonimato criativo e compartilhado".
Sem líderes e de hierarquia horizontal, coletivos não são, nem de longe, uma novidade. "O coletivo sempre esteve em voga", continua Daniel Seda, do grupo de vídeo e cinema Neo Tao, "a diferença hoje é que os artistas estão pondo mais ênfase na ação e na colaboração criativa do que no ego". "É uma tradição na história da contracultura e arte alternativa", lembra Daniel Gonzalez, da T.E.M.P.. Na genealogia estão escolas modernistas, ativistas dos anos 60, "artivistas" dos 80 e a cultura eletrônica. A nova safra de coletivos nasce justamente sob o signo da internet: "O nosso coletivo é baseado na premissa do fim da geografia trazida pela rede", explica Mabuse.
"A mudança de cima para baixo, do centro para a periferia, já não é mais possível, como alertavam os anarquistas clássicos no século 19", explicam os integrantes da Universidade Invisível. "A idéia de coletivo surge de uma questão de sobrevivência", responde o grupo A Revolução Não Será Televisionada. "Há uma sensação de que algo precisa ser feito", sintetiza Seda.
E o que está sendo feito? De festas instantâneas a intervenções urbanas, os grupos buscam novas formas de expressão, invertendo também a lógica do público, que aos poucos deixa o papel de mero espectador. Discos, revistas, sites e livros são produzidos, mas a própria noção de registro do acontecimento vem sendo deixada de lado em prol da experiência.
Jambolada agora é história - Parte 2
9/19/2007 10:54:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
Enzo Banzo – especial para o GOMA
Dizer anos atrás que em Uberlândia aconteceria o que o Brasil inteiro viu no Jambolada 2007 seria pedir para ser chamado de sonhador, megalomaníaco, viajante, sem noção.
Pois taí, 9 mil pessoas em três dias, qualidade artística, qualidade de infra-estrutura, bandas, imprensa, um grande coletivo de todo canto, como se a quebra de distâncias da internet em um momento passassem do virtual para o material.
Isso não se faz da noite para o dia, oh yeah. Não vai longe o tempo em que as calouradas universitárias eram o único espaço para as bandas locais tocarem com um som razoável, espaço disputado a tapa. No mais, caixinhas amplificadas e microfonias em repúblicas, universidade.
Voltas que o mundo dá.
A 1ª Jambolada em 2005, com um público de no máximo 500 pessoas, já tinha dado frutos. Porcas Borboletas e Dead Smurfs começaram a rodar festivais e cenas Brasil afora, esses caras vem de algum lugar que parece ser muito doido. 2ª Jambolada já com muito mais bandas, inserção 100% no Circuito Fora do Eixo. 3ª Jambolada, o up-grade que faltava, existir na própria cidade, com isso, a cidade existir.
Cidade que viu suas próprias bandas crescerem com o Festival. Quem ouviu há algum tempo Antena Buriti, 1Bando e o Fim da Quadrilha, Juanna Barbera, e voltou a ver no Jambolada, percebeu: esses caras tão levando a coisa a sério, essa bagunça tá ganhando corpo. Sem falar de Caffeine e U-Ganga, que tocaram no segundo Jambolada, vão estar no Arte na Praça de dezembro, e com certeza são bandas fundamentais na cena, por sua qualidade e autenticidade.
Cidade que viu, como o Brasil está vendo, sonzeira que não tem eixo nem fronteira. Artistas de todas as regiões, gente vinda do Norte (Los Porongas), Centro-Oeste (Vanguart, Móveis Coloniais de Acaju, Supergalo), Nordeste (Tom Zé, Nação Zumbi, Astronautas, O Quarto das Cinzas), Sul (Superguidis). E do Sudeste mais gente, afinal estamos aqui, seja em São Paulo (Daniel Belleza & Os Corações em Fúria, Duofel), Rio de Janeiro (Super HI-FI), ou em Minas, na capital (Falcatrua, Makely Ka, Estrume’ntal, Proa, Dead Lover’s), outros interiores (AcidoGroove, Vandaluz) e nesse interior Uberlândia, que não é mais só a terra do Alexandre Pires. Bem disse o André, vocal do Móveis, durante o antológico show de encerramento do Festival: “galera, isso tá acontecendo no interior!”.
Tem base? Tem eixo?
Goma aposta no Ecodesign
9/19/2007 03:34:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
Escolha de materiais de baixo impacto ambiental: menos poluentes, não-tóxicos ou de produção sustentável ou reciclados, ou que requerem menos energia na fabricação.
Eficiência energética: utilizar processos de fabricação com menos energia.
Qualidade e durabilidade: produzir produtos que durem mais tempo e funcionem melhor a fim de gerar menos lixo;
Modularidade: criar objetos cujas peças possam ser trocadas em caso de defeito, pois assim não é todo o produto que é substituído, o que também gera menos lixo.
Reutilização/Reaproveitamento: Propôr objetos feitos a partir da reutilização ou reaproveitamento de outros objetos; projetar o objeto para sobreviver seu ciclo de vida, criar ciclos fechados.
Jambolada agora é história
9/19/2007 03:17:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
Em sua terceira edição, o Festival Jambolada, realizado nos dias 14, 15 e 16, em Uberlândia, Minas Gerais, consolidou-se como um dos mais importantes e interessantes do país. Tanto pela grande fluência de público, que ultrapassou três mil pessoas por dia, quanto pela organização e, especialmente, pela qualidade e diversidade dos shows apresentados, que afirmaram a importância da cena independente nacional. Organizado num ótimo local, com vários ambientes, chamado Acrópole, o festival reuniu um público jovem, interessado nas atrações. Filiado a Abrafin (Associação Brasileiras de Festivas Independentes), o festival contou com o patrocínio da Natura e o apoio da cerveja Sol.
Estamos no Festival Jambolada
9/14/2007 05:03:00 PM - Goma - Cultura em Movimento

É claro que não ficaremos de fora do Maior festival de Música Independente de Minas Gerais.
O GOMA vai levar pra lá deliciosos lanches vegetarianos e vegans, caldos levanta-defunto pra fazer a galera aguentar a noitada e muito brigadeiro pra aumentar a glicose.
E ainda vai ter roupas, bolsas, anéis, brincos, chaveiros ... Ah, passa lá e vê de perto que é muito mais divertido!
CUMA? => Acrópole - 13 e 14 de setembro - a partir das 18h.
Sobre o Coletivo Goma - Cultura em Movimento
9/14/2007 04:56:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
Gerido por um coletivo de artistas, produtores e agentes de mídia independente articulados ao Circuito Fora do Eixo e ao Fora do Eixo Minas, o GOMA é um espaço para se repensar a cadeia produtiva da cultura, introduzindo uma lógica cooperativa e criativa, superando modelos marcados pela competição e pela repetição.
A Livre Cultura Uberlandense conectada ao Brasil
Av. Floriano Peixoto, 12 – Centro
(34) 3223 1484
contato.goma@gmail.com
Bazar Goma
9/14/2007 04:45:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
O primeiro bazar GOMA foi realizado numa bela tarde de domingo e fez o maior sucesso!
Goma Cultura em Movimento
9/14/2007 04:08:00 PM - Goma - Cultura em Movimento
Loja GOMA: moda inovadora combinando a tradição da cultura popular mineira com os modernos conceitos de design sustentável.
Bar e lanchonete GOMA: espaço de convivência, com as melhores opções de comidas e bebidas.
Casa de shows GOMA: shows e apresentações artísticas com os mais importantes nomes da nova cena cultural local e brasileira, em articulação nacional com o Circuito Fora do Eixo.



