Documentário registra Turnê do Macaco Bong por Minas Gerais
5/26/2010 12:09:00 PM - Anônimo
Acabou de ser lançado o Doc.Tour Macaco Bong - Minas Gerais, documentário que relata o giro do power trio matogressense por sete cidades mineiras durante sete dias do último mês de abril. Esta turnê passou pelo Goma no dia 20, quando ainda se apresentaram outras duas bandas instrumentais que têm dado muito o que falar no cenário nacional recentemente, Caldo de Piaba (AC) e Burro Morto (PB).
O Macaco Bong no Goma na turnê de abril.
Um dia antes, no Palácio das Artes de Belo Horizonte, foi gravado o primeiro DVD da banda, co-produzido pelo Clube de Cinema Fora do Eixo (CdCFE) - frente de trabalhos do Circuito Fora do Eixo (CFE) voltada para o fomento do audiovisual e incentivo à prática do cineclubismo. No show, assim como fizera em janeiro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo - apresentação que deve virar um CD ao vivo em breve -, o Macaco Bong convidou nomes ilustres da Nova Música Brasileira, como Siba Veloso (Siba e a Fuloresta/PE), o pianista Vitor Araújo (PE), a metaleira do Móveis Coloniais de Acaju (DF) e o percussionista Jack (Porcas Borboletas/MG).Enquanto estes registros não saem do forno, fique com o documentário de toda a turnê, também organizado pelo CdCFE e produzido colaborativamente pelos coletivos de cada uma das cidades integradas ao Fora do Eixo Minas, uma das seis redes regionais que compõem o CFE, por onde o Macaco Bong passou.
Relatos da Noite Fora do Eixo (22/05/2010)
5/25/2010 10:55:00 AM - Hick Duarte
Fachada do Goma (Blog Fora do Eixo Tour)
E a Noite Fora do Eixo que aconteceu sábado passado (22) agregando turnês, histórias e propostas sonoras diversas está presente no diário de viagem das quatro bandas que passaram pelo Goma - Nublado e Sex on the Beach (pela tour Invasão Paraibana), Camarones Orquestra Guitarrística e Rinoceronte (após shows no Festival Bananada, em Goiânia).
Entrada do Goma (Blog Fora do Eixo Tour)
Vale a pena conferir os posts em cada um dos blogs, cada um com sua visão da cidade, do público e do espaço - felizmente, todas muito positivas. "Coisa linda", "Tudo muito bem organizado e estruturado" e "Dá pra fazer quase tudo que se imaginar naquele espaço" foram algumas das menções ao nosso espaço. Da chegada a Uberlândia, passando pelo almoço no Goma ao fim da noite de shows, as bandas descrevem tudo, com detalhes, fotos e uma empolgação bem perceptível.
Confira as postagens:
- No blog da Fora do Eixo Tour - Invasão Paraibana (Nublado);
- No blog do Sex on the Beach;
- No Portal Do Sol (Camarones Orquestra Guitarrística).
Porcas Borboletas na TV
5/24/2010 08:38:00 PM - Anônimo
O Porcas Borboletas, banda uberlandense que tem alçado voos cada vez maiores no cenário musical nacional, estará em dois programas de TV nesta semana.
Nesta segunda-feira (24/05), na TV Cultura, às 23h30 - logo após o Roda Viva - a banda é a atração do programa Rumos da Música, projeto do Itaú Cultural que garimpa novos nomes da música brasileira.
Porcas no show no Rumos da Música.
Na terça-feira (25/05), no Multishow, às 23h, é a vez do Porcas dar as caras no programa Experimente, onde o apresentador Edgard Piccoli recebe artistas que estão dando o que falar na cena independente Brasil afora.
Fique ligado na programação das emissoras porque também vão rolar reprises durante a semana!
Sábado, 22/05: Noite Fora do Eixo Especial Bananada 2010
5/22/2010 08:46:00 PM - Hick Duarte
Pela segunda vez em menos de dois meses, o Espaço Goma promove uma nova convergência de turnês Fora do Eixo. Mas dessa vez a proposta é mais ousada: quatro rotas da nova música brasileira estarão se encontrando em Uberlândia neste sábado, 22 de maio, quando receberemos as bandas Camarones Orquestra Guitarrística, do Rio Grande do Norte, Rinoceronte, do Rio Grande do Sul, Nublado e Sex on the Beach, ambas da Paraíba.
Os dois primeiros nomes do line-up vem dos extremos opostos do país. Camarones e Rinocerontes integram o line-up do Festival Bananada, uma realização da Monstro Discos que a cada ano se reafirma como um evento-chave para a música independente brasileira. Por outro lado, os shows que Nublado e Sex on the Beach fazem no Goma no mesmo dia são parte da agenda da turnê Invasão Paraibana, que percorrerá cinco estados brasileiros a partir desta quinta (20).
É nesse contexto de convergência de rotas e misturas sonoras que apresentamos cada uma das atrações da próxima Noite Fora do Eixo no Goma:
Camarones Orquestra Guitarrística (RN)
O Camarones Orquestra Guitarrística é uma banda potiguar de música instrumental calcada no rock.
No final de 2007, o Camarones surgiu com o objetivo de fazer uma música instrumental, divertida e dançante. A banda, que lançou em maio de 2010 um CD homônimo, mistura rock, ska, punk, reggae, temas de desenhos animados e filmes, enfim, tudo o que contribuir para produzir uma sonoridade interessante e um show empolgante.
Com quase 3 anos anos de estrada, a banda vem fazendo shows em festivais importantes como Abril Pro Rock (Recife, Abril/2010), DoSol Música Contemporânea (2009, Natal/RN), Recbeat (2009, Recife/PE), DoSol (2008, Natal/RN), Rock Cordel (realizado pelo BNB nas cidades de Sousa/PB, Juzeiro/CE e Fortaleza/CE), Festival Nordeste Independente (Natal/RN), Chamada Carnavalesca do Rock (2009, Natal/RN) e Mundo (2008, João Pessoa/PB).
Ouça: myspace.com/camaronesorquestraguitarristica
Rinoceronte (RS)
A Rinoceronte, de Santa Maria, é uma das boas promessas da cena independente gaúcha. Dona de uma sonoridade que remete tanto ao hard rock setentista quanto ao stoner rock contemporâneo, a banda tem despertado atenção com shows arrasadores e letras que passam ao largo dos clichês do famigerado "rock gaúcho".
Escalada para a coletânea Fora do Eixo 2009, a banda lançou em setembro, dia 12, o seu primeiro registro oficial, um EP auto-intitulado contendo 4 faixas gravadas nos estúdios da Marquise 51, de Porto Alegre. Primeiramente disponível apenas para download, logo o trabalho ganha lançamento e distribuição nacional pela parceria Fora do Eixo Discos/A Alvo Distribuidora.
Ouça: myspace.com/rinoceronterock
Nublado (PB)
Disse Claudio Szynkier, do Trama Virtutal: "É indie rock com dramaticidade bem calcada no Radiohead, no Muse, que esbarra numa espécie de pós-grunge e, em sua "melodiosidade", encontra pares contemporâneos no compatriota Pública e em bandas canadenses como o Malajube e o Karkwa. Guitarras fortes bem tramadas são portanto o que você pode esperar no EP Voo Livre".
Com apenas 6 meses de existência a banda gravou seu primeiro EP em março de 2008, homônimo, contendo 3 músicas, e foi a partir deste trabalho que conseguiu atrair a atenção do público, produtores e mídia. O quarteto já passou por importantes eventos, como o Festival Mundo 2008 (PB), Festival Rock Cordel 2008 (CE), Festival Grito Rock 2009 (PB) e no Festival DoSol WarmUp 2009 (RN). Em maio de 2009 é lançado o segundo EP, "Voo Livre", gravado no estúdio DoSol, em Natal (RN).
Ouça: myspace.com/bandanublado
Sex on the Beach (PB)
O Sex on the Beach foi formado em janeiro deste ano em Campina Grande, com o nome tirado do famoso drink que Marlo, Diogo Pafa (guitarra), Rômulo Omena (guitarra) e Tonny Lira (bateria) dão a receita no primeiro EP da banda, o divertidíssimo "Wanna some Sex On The Beach?". “Vodca”, “Cranberry juice”, “Orange juice”, “Pineapple juice” são algumas das faixas, e dos ingredientes para o drink. “Cranberry juice” traz uma ótima versão para “É proibido fumar”, de Roberto e Erasmo. Os campinenses fazem surf music instrumental, conforme reza a tradição.
Ouça: myspace.com/sexonthebeachsurf
Serviço:
Noite Fora do Eixo Especial Bananada 2010
Shows: Camarones Orquestra Guitarrística (RN), Rinoceronte (RS), Nublado (PB) e Sex on the Beach (PB).Data: Sábado, 22 de maio de 2010, a partir das 22h
Local: Espaço Goma (Av. Floriano Peixoto, 12 - Centro)
Ingressos: $5 com nome na listagoma@gmail.com
Sorteio de ingressos: via twitter @gomacultura
U-Ganga anuncia novas datas da turnê européia
5/21/2010 07:42:00 PM - Hick Duarte
Em setembro o UGANGA embarca para Europa. A banda mineira de thrashcore fundada em 1993 pelo vocalista Manu Joker (ex-Sarcófago), desembarca no velho mundo para promover seu novo trabalho, "Vol 3: Caos Carma Conceito". O álbum é o terceiro da carreira da banda, foi mixado na Alemanha por Harris Johns (Sepultura, RDP, Voivod, KREATOR, etc) e está sendo lançado em toda Europa pela gravadora Metal Soldiers Records de Portugal.
A primeira excursão européia do UGANGA terá início no dia 03 de setembro com um show no De Rots em Antwerpen, Bélgica. No dia seguinte tocam no The Frontline, em Ghent, também na Bélgica. No dia 11/09 a banda se apresenta na Suíça no Tibis Downstairs em Worblaufen, região de Berna, e no dia 18/09 participam do Razorblade Festival em Datteln, na Alemanha.
Já estão confirmadas também duas novas datas, dia 22/09 no El Loco Club em Valência, na Espanha, e dia 25/09 no Side B Lounge Live Club em Benevente, Portugal.
"Estamos todos muito empolgados com essa tour", comenta Manu Joker. "Estamos nos preparando com muita dedicação e energias positivas para representar Minas Gerais e o Brasil no velho continente. Após 16 anos de estrada e várias tours no país , finalmente vamos mostrar nosso som para os gringos. Conseguimos agendar umas paradas muito legais e ainda participar de um festival tradicional como o Razorblade na Alemanha. Vamo que vamo!"
Outras datas da turnê serão anunciadas em breve.
Mais informações:
http://www.myspace.com/uganga
http://www.twitter.com/uganga
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1407368
http://www.fotolog.com/u_ganga
http://www.fotolog.com.br/incendiodiscos
http://metalsoldiersmagazine.blogspot.com/
Compacto.REC lança Coletânea Grito Rock América do Sul 2010
5/20/2010 01:15:00 PM - Anônimo
Faixas dos shows realizados e documentários colaborativos são as atrações do mês do projeto da Fora do Eixo Discos.
Grito Rock Brasília 2010.
Em fevereiro deste ano, aproximadamente 80 cidades do Brasil e de outros países vizinhos realizaram suas edições do Festival Integrado Grito Rock América do Sul 2010. Foi uma maratona de produção - pensar de forma ampla a divulgação, circulação, viabilidade e outros vários pontos de uma ação coletiva desse porte, que no fim acabou por provar que um Circuito totalmente integrado é possível.
Agora, a frente de distribuição Fora do Eixo Discos apresenta o material coletado nestas cidades, com o Combo Grito Rock 2010: Áudios e Documentários do GR América do Sul 2010. São ao todo 9 faixas de áudio e 15 episódios do Grito Doc - documentário produzido em 15 cidades nas quais o festival foi realizado - cada um com foco em uma particularidade do festival.
O Circuito Fora do Eixo
O Circuito Fora do Eixo é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005. Começou com uma parceria entre produtores das cidades de Cuiabá (MT), Uberlândia (MG), Rio Branco (AC), e Londrina (PR), que queriam estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nesta rota.
Daí, iniciativas como o Grito Rock América do Sul, que já vem demonstrando avanço nas relações com a América Latina (Em 2010, das 74 cidades participantes, 4 são de cidades provenientes da Argentina, Bolívia e Uruguai) e também o Festival Fora do Eixo, que em 2010 contou com duas edições, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro.
Daí, iniciativas como o Grito Rock América do Sul, que já vem demonstrando avanço nas relações com a América Latina (Em 2010, das 74 cidades participantes, 4 são de cidades provenientes da Argentina, Bolívia e Uruguai) e também o Festival Fora do Eixo, que em 2010 contou com duas edições, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro.
Nevilton (PR) no Grito Rock Sorocaba.
O Compacto.Rec
O Compacto REC é um projeto que teve início em 2007, com o objetivo de lançar singles virtuais em rede, através dos veículos de comunicação integrados ao Circuito Fora do Eixo. A primeira banda lançada foi a Madame Saatan (PA). Na seqüência vieram artistas de todas as regiões do país como as elogiadas Bang Bang Babies (GO) e Filomedusa (AC). No segundo semestre de 2009, o projeto foi retomado, tendo lançado, desde então, álbuns das bandas Porcas Borboletas (MG), Boddah Diciro (TO), Rinoceronte (RS), Linha Dura (MT) Johnny Suxxx (GO), Nevilton (PR) e, recentemente, Uganga (MG). Com a liberação dos fonogramas para downloads, o projeto alinha uma iniciativa de trocas para remunerar o autor do trabalho em um sistema de economia solidária, pautado na oferta de serviços e produtos integrados ao Circuito Fora do Eixo.
Sobre o CD
O CD é composto pelas 9 faixas, das edições Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT), Patos de Minas (MG), Ribeirão das Neves (MG), Sabará (MG), São Carlos (SP) e Sorocaba (SP), com bandas como Monograma (Belo Horizonte) e Aeromoças e Tenistas Russas (São Carlos). Já os documentários, que foram lançados durante e pós o festival, são dividos em 15 episódios com temas como Produção Colaborativa, Hospedagem e outros detalhes da estrutura dessa ação integrada.
Acesse o blog do COMPACTO.REC e baixe agora:
Sábado tem Grupo de Leitura!
5/20/2010 01:05:00 PM - Anônimo
"A Pura Essência da Singularidade" - Confira artigo sobre o Dom Capaz no Portal Rockwave
5/19/2010 03:41:00 PM - Hick Duarte
O Dom Capaz, banda local ligada ao Coletivo Goma, foi pauta de um entusiasmado artigo no Portal Rockwave, site e rede social sobre música de São Paulo.
O texto e intitulado "A Pura Essência da Singularidade", assinado por Diogo Gregório, destrincha e analisa de forma positiva todo o lado estético da banda, chegando a apontar o Dom Capaz como "uma das maiores e mais poéticas inovações que nosso país pariu nos últimos anos". A letra da canção "Dependência", do EP Meio Tanto de Atenção, toma boa parte da página e parece ter servido de inspiração para o surgimento do artigo.
Confira:
Caros amigos,
Desde que fui convidado a escrever aqui, descobri que a cena underground de nosso país era bem mais rica do que esses neurônios confabulavam. Bom, assim sendo, tomei pra mim o vício de sair por aí clicando em myspace´s, buscando blog´s, sites ou qualquer outra fonte que pudesse embebedar estes ouvidos sedentos por boa música. E foi numa dessas empreitadas que pude me deparar com o excelente trabalho da Dom Capaz.
Aos embalos desse reconhecimento constante e de toda a revigoração no trabalho de comunicação da banda, que agora conta com um novo baixista (Felipe Tavares, O Lenhador/Blog Idearium), o Dom Capaz segue este fim de semana para Brasília, onde se apresenta no Festival Martelada, realizado pelo Coletivo Esquina e pela banda Velhos e Usados. Clique aqui e saiba mais sobre a participação da banda no evento.
Faça o download gratuito do álbum de estreia do CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA
5/19/2010 03:13:00 PM - Hick Duarte
Baixe o disco e já vai aquecendo os motores para o show de sábado, no Goma, em uma noite repleta de misturas sonoras que tem tudo para entrar para a história da casa!
Para fazer o download, clique na imagem abaixo:
Aproveite e curta também o vídeo-release oficial da banda, com entrevista e apresentação das músicas "Cabron", "Sweet Família Adams" e um medley do Ramones com "Cretin Hop" e "Rockway Beach":
E para melhorar, ainda tem sorteio de ingressos rolando no twitter!
Clique aqui e saiba como participar!
22/05 sábado | NOITE FORA DO EIXOEspecial BANANADA 2010 (GO)
4 bandas Fora do Eixo rumo a um dos maiores festivais da NOVA MÚSICA BRASILEIRA!CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA (RN) rock instrumental
RINOCERONTE (RS) stoner rock
NUBLADO (PB) indie rock
SEX ON THE BEACH (PB) surf music
22h | R$5 com nome na listagoma@gmail.com
Sábado, 15/05/2010: GOMA apresenta VIOLINS (GO), OPHELIA AND THE TREE e UMNAVIO
5/15/2010 01:04:00 PM - Hick Duarte
Do tradicional MQN aos hypados Black Drawing Chalks, muitas bandas oriundas da cena rock de Goiânia entraram para a história da música independente brasileira. É nesse contexto que o Espaço Goma traz a Uberlândia, no próximo sábado (15/05), o respeitado grupo Violins.
Acumulando quase dez anos de carreira com reconhecimento frequente de veículos como Folha de S. Paulo, Rolling Stone, Correio Braziliense, o Globo e vários outros, o Violins se apresentará no palco do Goma em noite de shows que também recebe dois promissores nomes da cena musical local: as bandas Ophelia and the Tree, recém-chegados de um show histórico em Belo Horizonte (pelo Conexão Vivo), e Umnavio, ainda aos embalos do lançamento do EP Sete coisas que a gente guarda no bolso.
Conheça melhor cada uma das atrações da noite deste sábado no Goma:
Violins (GO)
Foto: Divulgação
Nascida em janeiro de 2001, o Violins é uma das bandas independentes mais produtivas e respeitadas do cenário nacional. Fazendo música com preocupação melódica e lírica, com influências que vão de Beatles e Beach Boys até o rock moderno, passando pela música brasileira, demarcaram seu espaço dentro do universo independente brasileiro, com reconhecimento de crítica e público.
Em sua discografia, o Violins ostenta seis álbuns. Lançados pela Monstro Discos, selo goiano de projeção nacional, o trabalho da banda foi fartamente reconhecido pela crítica nacional, ganhando matérias e resenhas de destaque em órgãos de imprensa como Folha de São Paulo, Revista Veja, Revista Rolling Stone (que elegeu o disco 'Tribunal Surdo' como um dos 25 discos brasileiros mais importantes de 2007), Correio Braziliense (que elegeu 'Wake Up and Dream' entre os 10 melhores discos de 2001), O Globo, Jornal do Brasil, Rede Minas (que elegeu 'Grandes Infiéis' como um dos 10 melhores discos de 2005), O Dia, Correio do Povo de Curitiba, Revista Set, O Popular (que elegeu a banda como artista do ano em 2004), dentre vários outros.
Depois de um hiato de cerca de 1 ano, tempo em que os integrantes se dedicaram a projetos pessoais, o Violins voltou à ativa com o lançamento de seu sexto álbum. O “Greve das Navalhas” teve lançamento virtual pelo site oficial em março de 2010 e ultrapassou a marca de 20 mil downloads. O CD físico sairá novamente pela parceira MonstroDiscos.
Saiba mais: violins.com.br
Ouça: myspace.com/violinsbr
Ophelia and the Tree
Foto: Hick Duarte
Grande revelação da cena local, Ophelia And The Tree tem pouco mais de um ano de vida. No entanto, um currículo no qual já consta presença em grandes festivais Brasil afora, como Jambolada (Uberlândia/MG), Contato (São Carlos/SP), Grito Rock América do Sul (Uberlândia/MG e Cuiabá/MT), Release Alternativo (Goiânia/GO), Escambo (Sabará/MG), Goma (Uberlândia/MG) e Conexão Vivo (Belo Horizonte/MG). A banda, que alia indie e folk a um delicado vocal feminino, prepara seu primeiro álbum cheio para o próximo ano, com lançamento pelo selo inglês Curve Music.
Saiba mais: opheliandthetree.blogspot.com
Ouça: myspace.com/opheliaandthetree
Umnavio
Foto: Divulgação
Projeto idealizado por Lucas Vasconcelos (guitarra) e Lucas Dal (bateria), do Fadiga, banda que deixou sua marca no hardcore uberlandense e pendurou chuteiras há pouco tempo. Umnavio dá continuidade à trajetória musical de ambos, apostando em outras referências estéticas. Ao lado do guitarrista Francisco Dias (AsVesas) e do baixista Thiago Bucca (Lacunas/Chiptots), lançaram recentemente "Sete Coisas que a Gente Guarda no Bolso", primeiro EP da banda (lançado pelo Cheder Records), descrevendo nuances e percepções abstratas e/ou concretas por meio de letras inspiradas e melodias criativas, superando fácilmente a obviedade de experiências corriqueiras e cotidianas.
Ouça: myspace.com/umnavio
Concorra a ingressos para a noite de sábado no Goma! Para isso,
participe do sorteio que acontece via twitter @gomacultura!
participe do sorteio que acontece via twitter @gomacultura!
Serviço:
GOMA apresenta: Violins (GO), Ophelia and the Tree e Umnavio
Quando: Sábado, 15 de maio de 2010, às 22h
Onde: Espaço Goma - Av. Floriano Peixoto, 12, Centro
Onde: Espaço Goma - Av. Floriano Peixoto, 12, Centro
Ingressos: $5 antecipado (à venda no Goma)
Beto Cupertino, do Violins, fala com exclusividade ao Blog do Goma
5/15/2010 01:03:00 PM - Anônimo
Neste sábado, dia 15 de maio, os goianos do Violins sobem ao palco do Goma. O vocalista e guitarrista Beto Cupertino nos concedeu uma entrevista falando sobre o recém lançado "Greve das Navalhas" e sobre a expectativa de conhecer uma parcela diferente do fiel público mineiro. Contando ainda com Thiago Ricco (baixo), Pierre Alcanfôr (bateria) e Pedro Saddi (teclados e synth), a banda tem na bagagem 6 discos absurdamente acima da média, que a consolidou como um dos nomes mais importantes do cenário independente nacional.
Beto Cupertino à frente do Violins no 13º Goiânia Noise Festival, em 2007.
A história com início em 2001 é intensa. O Violins já chegou a anunciar seu término algumas vezes e já teve diferentes formações. Inicialmente como Violins and Old Books, lançaram o primeiro disco, em 2001, com composições em inglês. Hoje, compondo em português, um dos pontos mais fortes da banda é justamente as letras. Ano passado, depois de outra interrupção, alguns integrantes chegaram a se envolver em outros projetos, mas felizmente o Violins voltou com força em "Greve das Navalhas".
Neste último disco, a temática central é o fim do mundo, mas surpreendentemente as letras são otimistas. Beto chegou a definir o disco como "dançando no fim do mundo". A guitarra pesada e as melodias tristes apontam para a aparente densidade e dramaticidade do tema, mas as letras vão na contramão. Nesse fim de semana, os apreciadores da banda podem conferir ao vivo no Goma as canções desse trabalho e uma seleção de canções dos ótimos trabalhos anteriores.
Por enquanto, confira abaixo a entrevista.
Por enquanto, confira abaixo a entrevista.
A banda faz no Triângulo Mineiro seus primeiros shows fora de casa após retomar atividades.
Luiz Fernando Motta: Os projetos que surgiram depois da última interrupção da banda tinham propostas musicais diferentes do que vocês vinham fazendo no Violins. O Agravo partindo um pouco mais para o experimentalismo de uma banda sem guitarras e o Perito Moreno com as letras em inglês e melodias mais suaves. Esses trabalhos trouxeram mudanças significativas na sonoridade do Violins em "Greve das Navalhas"?
Beto Cupertino: Creio que não muito, porque esses trabalhos eram muito focados em experiências bem peculiares. No caso do Perito Moreno, é um projeto que eu criei sozinho e trabalhei nele sozinho, com praticamente nenhuma influência no trabalho do Violins, que já tem uma atmosfera criada, é uma banda com já 6 discos lançados e um norte bem definido.
Luiz Fernando: Uma característica forte do Violins em discos anteriores era a criação de personagens que narravam histórias envolvendo temas polêmicos, como religião e discriminação racial. Em Greve das Navalhas, os personagens não esbarram nesse tipo de polêmica. O fato de ser mal compreendido por parte do público que confunde a postura da banda com a postura desses personagens levaram vocês a deixarem isso um pouco de lado nesse disco?
Beto: Sinceramente, nunca pensei nisso na hora de escrever. Na verdade, a mudança de temática e a busca por outros modos de expressão é mais uma preocupação de não soar repetitivo e tentar explorar outros caminhos do que preocupação com o que vão pensar sobre a relação da banda na vida real com as letras. Até porque nós já estaríamos queimados há muito tempo por isso, pois já colocamos pra falar alguns personagens com visões bem malucas sobre o mundo. Parar nessa altura do campeonato por preocupação com uma interpretação equivocada por parte do público seria tarde demais e, até certo ponto, inútil, já que os discos anteriores estão lançados e estarão à disposição do público sempre.
Beto Cupertino: Creio que não muito, porque esses trabalhos eram muito focados em experiências bem peculiares. No caso do Perito Moreno, é um projeto que eu criei sozinho e trabalhei nele sozinho, com praticamente nenhuma influência no trabalho do Violins, que já tem uma atmosfera criada, é uma banda com já 6 discos lançados e um norte bem definido.
Luiz Fernando: Uma característica forte do Violins em discos anteriores era a criação de personagens que narravam histórias envolvendo temas polêmicos, como religião e discriminação racial. Em Greve das Navalhas, os personagens não esbarram nesse tipo de polêmica. O fato de ser mal compreendido por parte do público que confunde a postura da banda com a postura desses personagens levaram vocês a deixarem isso um pouco de lado nesse disco?
Beto: Sinceramente, nunca pensei nisso na hora de escrever. Na verdade, a mudança de temática e a busca por outros modos de expressão é mais uma preocupação de não soar repetitivo e tentar explorar outros caminhos do que preocupação com o que vão pensar sobre a relação da banda na vida real com as letras. Até porque nós já estaríamos queimados há muito tempo por isso, pois já colocamos pra falar alguns personagens com visões bem malucas sobre o mundo. Parar nessa altura do campeonato por preocupação com uma interpretação equivocada por parte do público seria tarde demais e, até certo ponto, inútil, já que os discos anteriores estão lançados e estarão à disposição do público sempre.
"Greve das Navalhas" marca a volta do Violins um ano após anúncio do fim da banda.
Luiz Fernando: Como está sendo a experiência de tocar as novas músicas nesses primeiros shows? Vocês já conseguiram adaptar as músicas que possuem mais de uma guitarra, por exemplo, para o ao vivo?
Beto: Fizemos apenas 2 shows desde o lançamento do disco. Então, ainda estamos aprendendo um monte de coisa sobre as dinâmicas das músicas nos shows. Creio que nessa altura chegamos a algumas conclusões importantes sobre que músicas funcionam melhor ao vivo e quais não funcionam. Não temos muitos problemas para tocar as músicas em relação ao que foi gravado no disco até porque todas elas eram músicas tocadas por apenas 4 pessoas antes de irem para o estúdio e receberem os floreios de produção. Acho que o disco deve ser gravado sem muita preocupação com o ao vivo, porque ele vai ficar registrado para sempre. Os shows compensam a falta de uma ou outra guitarra pela emoção do ao vivo, que sempre vai ser mais vibrante que o disco.
Luiz Fernando: A sonoridade dos instrumentos está bastante "livre" nesse disco. O fato de vocês compartilharem influências parecidas permite que cada um tenha liberdade no processo de criação? Esse é o disco que melhor traduz as influências da banda?
Beto: Nós tivemos bastante cuidado com a sonoridade, como temos sempre. Até na parte de produção de timbres nós tentamos não ficar repetindo as coisas. Então, nossa idéia nesse em particular era soar diferente do ambiente fechado e soturno do "Tribunal Surdo", por exemplo. Nós sempre conversamos sobre isso, esses caminhos de produção, antes de começar a gravar. Acho que não poderia dizer que esse é o disco que melhor traduz nossas influências, no entanto. Cada disco teve sua importância pra gente, todos eles revelam muito do que a gente é como músicos que tocam juntos.
Luiz Fernando: Esta é a primeira vez que o Violins passa por Uberlândia e esse show ainda não é o lançamento oficial do disco. Vocês pensam em fazer uma seleção de músicas dos discos anteriores para os fãs do Triângulo Mineiro que assistirão ao show pela primeira vez?
Beto: Sim, o show terá músicas de cada passagem da banda e seus discos. Será, sim, mais pautado pelo disco novo, porque é o que estamos produzindo no momento, mas haverá músicas dos discos anteriores também.
Luiz Fernando: Em entrevista ao portal Nagulha, Thiago Ricco citou o show no Festival Garimpo, em BH, como um dos melhores da história da banda. Essa é a primeira vez que vocês se apresentam em Minas Gerais, fora de Belo Horizonte? Falem um pouco sobre a expectativa para o reencontro com o público mineiro.
Beto: Sim, é a primeira vez em Minas fora de BH. Na verdade estaremos em BH na semana seguinte aos shows em Uberlândia e Uberaba. Estou bastante curioso a respeito da reação do público, pois acho que somos totalmente desconhecidos para a maioria do público dessas cidades! Qualquer coisa diferente disso vai ser pra mim uma grande surpresa.
Beto: Fizemos apenas 2 shows desde o lançamento do disco. Então, ainda estamos aprendendo um monte de coisa sobre as dinâmicas das músicas nos shows. Creio que nessa altura chegamos a algumas conclusões importantes sobre que músicas funcionam melhor ao vivo e quais não funcionam. Não temos muitos problemas para tocar as músicas em relação ao que foi gravado no disco até porque todas elas eram músicas tocadas por apenas 4 pessoas antes de irem para o estúdio e receberem os floreios de produção. Acho que o disco deve ser gravado sem muita preocupação com o ao vivo, porque ele vai ficar registrado para sempre. Os shows compensam a falta de uma ou outra guitarra pela emoção do ao vivo, que sempre vai ser mais vibrante que o disco.
Luiz Fernando: A sonoridade dos instrumentos está bastante "livre" nesse disco. O fato de vocês compartilharem influências parecidas permite que cada um tenha liberdade no processo de criação? Esse é o disco que melhor traduz as influências da banda?
Beto: Nós tivemos bastante cuidado com a sonoridade, como temos sempre. Até na parte de produção de timbres nós tentamos não ficar repetindo as coisas. Então, nossa idéia nesse em particular era soar diferente do ambiente fechado e soturno do "Tribunal Surdo", por exemplo. Nós sempre conversamos sobre isso, esses caminhos de produção, antes de começar a gravar. Acho que não poderia dizer que esse é o disco que melhor traduz nossas influências, no entanto. Cada disco teve sua importância pra gente, todos eles revelam muito do que a gente é como músicos que tocam juntos.
Luiz Fernando: Esta é a primeira vez que o Violins passa por Uberlândia e esse show ainda não é o lançamento oficial do disco. Vocês pensam em fazer uma seleção de músicas dos discos anteriores para os fãs do Triângulo Mineiro que assistirão ao show pela primeira vez?
Beto: Sim, o show terá músicas de cada passagem da banda e seus discos. Será, sim, mais pautado pelo disco novo, porque é o que estamos produzindo no momento, mas haverá músicas dos discos anteriores também.
Luiz Fernando: Em entrevista ao portal Nagulha, Thiago Ricco citou o show no Festival Garimpo, em BH, como um dos melhores da história da banda. Essa é a primeira vez que vocês se apresentam em Minas Gerais, fora de Belo Horizonte? Falem um pouco sobre a expectativa para o reencontro com o público mineiro.
Beto: Sim, é a primeira vez em Minas fora de BH. Na verdade estaremos em BH na semana seguinte aos shows em Uberlândia e Uberaba. Estou bastante curioso a respeito da reação do público, pois acho que somos totalmente desconhecidos para a maioria do público dessas cidades! Qualquer coisa diferente disso vai ser pra mim uma grande surpresa.
Violins no Festival Garimpo 2008:
Luiz Fernando: As bandas Ophelia And The Tree e Umnavio, duas das principais representantes da cena alternativa de Uberlândia, foram escolhidas para abrir o show do Violins. As três bandas têm bastante público em comum aqui na região. Vocês já tiveram a oportunidade de conhecer esses sons? Identificam elementos parecidos entre a sonoridade de vocês?
Beto: Infelizmente, ainda não conheço as bandas, mas estou curioso para ver os shows! Agradeço pelos links, vou procurar ouvir com atenção as duas! Se são das principais representantes da cidade é porque fizeram por merecer e para o Violins é uma honra poder fazer parte da mesma noite!
Luiz Fernando: Depois de nove anos de banda, tocar pela primeira vez em uma cidade continua sendo uma experiência muito diferente de tocar em Goiânia? O Violins pretende fazer uma turnê passando por mais lugares do que as turnês dos discos anteriores?
Beto: Tocar pela primeira vez numa cidade é uma aventura sempre! Principalmente quando você já tem tantos discos lançados. É um desafio escolher músicas, montar setlist, tudo envolve uma expectativa de como será a recepção dessa cidade em que você nunca teve a oportunidade de defender suas músicas. Estamos muito felizes de poder fazer isso!
---Beto: Infelizmente, ainda não conheço as bandas, mas estou curioso para ver os shows! Agradeço pelos links, vou procurar ouvir com atenção as duas! Se são das principais representantes da cidade é porque fizeram por merecer e para o Violins é uma honra poder fazer parte da mesma noite!
Luiz Fernando: Depois de nove anos de banda, tocar pela primeira vez em uma cidade continua sendo uma experiência muito diferente de tocar em Goiânia? O Violins pretende fazer uma turnê passando por mais lugares do que as turnês dos discos anteriores?
Beto: Tocar pela primeira vez numa cidade é uma aventura sempre! Principalmente quando você já tem tantos discos lançados. É um desafio escolher músicas, montar setlist, tudo envolve uma expectativa de como será a recepção dessa cidade em que você nunca teve a oportunidade de defender suas músicas. Estamos muito felizes de poder fazer isso!
Saiba mais sobre o Violins:
violins.com.br
myspace.com/violinsbr
Baixe toda a discografia da banda:
hominiscanidaee.blogspot.com/search/label/Violins
Hoje, no Goma: BAZAR NAFTALINA FINA
5/13/2010 04:00:00 PM - Hick Duarte









