“Lucy and the Popsonics é uma linha de frente ultraminimalista, encampada pelos “kill kids” Pil Popsonic e Fernanda Popsonic, protótipos perdidos de um casal playmobil-punk para adolescentes à beira da reprovação.
Eles são auxiliados pelas informações dos neurônios 0 e 1 da máquina serial que eles apelidaram de Lucy, uma baterista virtual de bits temperamentais para escolares birrentos que preferem passar os intervalos das aulas dançando no pátio do colégio.
Se você gosta de dançar ao som de uma guitarra e de um baixo com notas equivalentes, arranhadas e hipnóticas, entrecortadas por efeitos colaterais eletrônicos, dance com eles. Não é um som feito para se entender nem para ser discutido: é para dançar e esquecer, e depois disso não tirar nenhuma conclusão que não seja aquela do bordão “que legal!”. Afinal, o Lucy não é coisa para acadêmicos.”
Os batuques do Chilli Mostarda, que confundem mentes em dois anos de estrada, chega a uma nova formação com Fabricio Chabô (compositor e vocal), Eder Uchôa (produção e batera), Everson Santos (baixo), Elton Zero (guitarra). Com dois anos de estrada e um single gravado, o Chilli Mostarda se insere no cenário nacional de bandas autorais, conquistando uma notória inserção no Circuito Fora do Eixo. A banda tem como proposta a mistura de estilos, sem fugir do velho e bom rock'n roll. Nossas músicas são em português, espanhol, inglês e latim. Com uma pitada de poesia, temperada com um pouco de protesto e refogada em pimenta malagueta, levando na mochila um pouquinho de todo tempero. Não apreciam o sabor que lhes são impostos, mais sim, o gosto do azedo. A Chilli é também uma das bandas que serão lançadas e distribuídas na parceria Cubo Discos (MT) e Fósforo Records (MG).
Formada em meados de 2004, pelos irmãos Jonathan Clifford e Luan Clifford, fazem um Trash Metal galgado nas raízes do estilo, mas sempre buscando a originalidade e o experimentalismo sonoro, o que a faz fugir totalmente dos estereótipos encontrados. Com letras nunca presas a um único assunto, a banda consegue unir temas políticos atuais, a tópicos mais abstratos, como o oculto e a morte, sempre com um objetivo comum, despir a sociedade de sua hipocrisia. Nesse momento a banda está em processo de gravação de seu primeiro EP que terá o mesmo nome da banda, serão 8 faixas, todas composições da própria banda.
Banda mineira, da cidade de Uberlândia, segue a linha do Hardcore Melódico. Suas letras cujas raízes estão profundamente infiltradas na critica social, política e ética, retratam uma realidade nada romântica, onde o individualismo e o comodismo são patrocinados pelo sistema. Através da mais pura sinceridade, o DYF busca estimular o desenvolvimento da consciência critica, e o resgate da autonomia de cada um em seus pensamentos e ações.
Mais que uma banda, muito além disso. Seguido de um som sincero, as letras são embaladas por verdades que tomamos como absolutas, acreditamos na mudança através da mensagem e com isso desejamos levar o vegan/vegetarianismo e o straight-edge/livre de drogas até o extinguir do fogo que nos guia. Sonoridade agressiva é a nossa marca, assim levamos pitadas do metal e do hardcore, sendo classificados por nós mesmo como: "som que realmente nos faz bem”.
Marco Aurélio aceitou o desafio e foi para o GOMA ontem observar e vivenciar o segundo dia de Grito Rock Uberlândia. Um testemunho fotográfico sobre a noite de ontem. Valeu Marco!
monno (BH-MG) Para evitar a inércia, nada melhor do que uma balançada, um bom safanão que espante o tédio. É esse o efeito das músicas da banda mineira monno (assim mesmo, com letra minúscula) em ouvidos atentos à nova safra do rock brasileiro. Bruno Miari (voz e guitarra), Coelho (guitarra), Euler (baixo) e Koala (bateria) têm uma característica preciosa: senso de URGÊNCIA (assim mesmo, com letra maiúscula), tanto para as melodias quanto para a nascente carreira do monno. Os acordes dissonantes e velozes batidas provocam uma saudável inquietude, uma vontade de apagar a luz, acender um cigarro e ir ver a noite na rua. Talvez isso seja uma impressão boba, alguma obsessão despertada pelas guitarras altas. Mas de alguma forma a impressão pode fazer sentido: o monno está aí e você precisa fazer alguma coisa a respeito.
Banda formada no final de 2006 por amigos que pretendiam retomar as atividades sonoras que tinham num passado não muito distante. Noiseeeeeeeeee Woltage é Régis (Bateria), Gerson (Bass), Diogão (vocal e guitarra) e Tião (vocal e guitarra).
DEIZE CONFUSA (SP) A banda foi formada em 2002 com o objetivo de tocar um rock´n roll sincero e ríspido, mas sem perder o respeito à melodia. Se o rótulo Rock Alternativo não diz nada e abre diversas possibilidades, então o Deize Confusa é um quarteto de Rock Alternativo. Após shows por todo o circuito independente paulista, dividindo o palco com bandas importantes da cena indie nacional, lançaram em novembro de 2007, em Curitiba, o primeiro disco, intitulado "Deize Confusa".
RUÍDO JACK (MTC-MG) Formada no inverno de 2004, a banda Ruído Jack vem apresentando suas músicas sem a menor
preocupação de soar pop ou rock, safado ou original, alternativo ou mainstrean, pois suas influencias são diversas, tendo como matriz a música popular brasileira e o bom e velho rock’n roll, seu principal objetivo nas canções é obter um forte sincretismo musical que possa mostrar a sinceridade a qual a banda quer mostrar ao publico.
ARCA (UDI-MG) A banda Arca surge com a proposta de mostrar ao mundo uma maneira de amar e falar sobres os grandes problemas sociais e sentimentos, como política, sexo e religião. O nome Arca remete a algo onde se guarda objetos antigos, ou sagrados. Uma forma de apresentar como o amor ainda existe em meio a tanta desgraça...e de um jeito em que todos irão se divertir...com o bom e velho ROCK´N ROLL!!!!!
O blog do GOMA é um espaço aberto para a participação de pessoas que tenham algo a dizer sobre a cena de música independente.
O debut é de Djalma Rodrigues, que toca banda Lacunas, e faz parte da Vida Simples Produções, que já produziram uns eventos duca aqui no GOMA.
Ele circulou pela festa na noite de ontem, e agora deu sua opinião:
Primeira noite do Grito Rock Uberlândia - por Djalma
Começou ontem (31/1) a edição uberlandense do festival Grito Rock, que acontece simultaneamente em mais de 40 cidades da América do Sul. E o bom público (haja vista que o evento rolou em uma quinta-feira) marcou o evento que contou com as bandas Vandaluz (PTM/MG), Caffeine e Montage (CE) além da discotecagem do DJ Monsieur KNNR que fez as honras da casa antes do inicio da primeira banda, durante os aprontes para os shows e ao término da ultima banda.
A primeira banda a subir no palco foi o Vandaluz, e sem duvida os mineiros fizeram o melhor show da noite, com um rock´n´roll bem autêntico, eles chamaram a atenção de boa parte do público presente durante todo o set que os “paturebas” desfilaram (e confesso que foi um set bem grande), com destaque para ousadia do grupo ao apresentar uma versão da música “Ronco da Cuíca” de João Bosco e Aldir Blanc (clássico imortalizado nas brilhantes vozes do MPB4).
Já o Caffeine, 2ª banda da noite, contou com inúmeros problemas técnicos que, no final, comprometeram a apresentação dos meninos, o show mais pareceu um ensaio geral para o show que eles farão hoje na edição brasiliense do Grito Rock.
O fechamento do evento coube ao Montage do CE, com certeza o show mais esperado da noite. Com um visual que no mínimo incomodava, os nordestinos chamavam atenção ao perambular pelo Espaço Goma. Quando eles subiram no palco eu confesso que eles deixaram a desejar, e muito. Boa parte do público pagante estava ali na expectativa de assistir ao show que foi considerado pela Folha de São Paulo como o melhor show de 2007, mas pequenos problemas técnicos, que me pareceram irrelevantes, foi motivo suficiente para que eles interrompessem o show no meio, o que causou decepção de vários presentes, na minha opnião, perderam eles. Bom agora é só recarregar as baterias, pois ainda teremos mais três noites de festival, que é sem duvida uma ótima opção para aqueles que não se ligam em axé, ou não pretendem passar esse feriadão “quicando e mexendo o ombrinho...”!
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